
Estes são apenas alguns gestos que conduzirão a grandes mudanças se forem adoptados por todos! ![]()
O consumo responsável não é mais do que consumir de forma consciente, pensando nas consequências de teus actos de compra sobre a qualidade de vida no planeta e na vida das futuras gerações.
Parece complicado? Mas não é. Trata-se de parares para pensar se realmente precisas daquilo que estás a comprar e se não há um produto durável que possas usar no lugar dos descartáveis. Essa maneira de pensar tenta desfazer a triste realidade do consumo arrebatado onde o que importa é apenas o quanto se produz, vende e compra e não como. Quando vais ao supermercado, por exemplo, és do tipo de pessoa que gosta de fazer uma compra enorme para o mês todo, mas que no final das contas acaba sempre por jogar alguma coisa fora? Com que frequência costumas reformar roupas e sapatos ou doá-los a instituições de caridade? E o teu telemóvel? Trocas sempre que sai um novo ou só quando é necessário? E quando precisas descartar algo, simplesmente jogas no lixo ou procuras separar os materiais recicláveis? Se nunca te preocupaste com estas questões então talvez nunca tenhas praticado o consumo responsável, mas nunca é tarde para começares.
A humanidade toda já consome cerca de 25% a mais de recursos naturais do que a terra é capaz de repor. E com a população e consumo cada vez maiores, o problema só tende a se agravar, complicando também, problemas como a falta de água potável, a poluição e a desigualdade social, se não mudarmos rapidamente a nossa maneira de encarar o consumo.
Nós como consumidores temos o poder de mudar a maneira de agir das empresas e mudar essas previsões. Como? Tudo o que as empresas/marcas fazem é com o intuito de conquistar os consumidores. Quando compras o produto de uma empresa estás a ajudá-la a fortalecer-se no mercado e apoiando a sua maneira de agir e produzir. Assim, quando passas a escolher de quais empresas/marcas comprar, baseado na conduta ética e sócio-ambiental dela, escolhendo apenas empresas responsáveis, estarás ajudando a tirar do mercado as empresas que agem mal e apoiando aquelas que contribuem com o desenvolvimento sustentável.
Mas não é só na hora de comprar que o consumidor deve mostrar que é responsável. Procura comprar apenas aquilo de que realmente necessitas, assim ajudas a diminuir a busca por recursos naturais. Ao consumir faz com que os produtos durem mais e, ao descartar, procura separar os materiais recicláveis e destiná-los da forma correcta.
“Consume sem consumir o mundo em que vives”.![]()
Baixa produtividade agrícola, perda de nutrientes no solo e aumento dos preços dos alimentos será uma realidade agravante em 2100. A revista “Science” publicou em 2008, um estudo que alerta sobre a probabilidade de mais de 90 % das regiões tropicais e subtropicais terem elevados recordes de temperatura.
Tal situação provocará perdas na produção agrícola, numa média de 20 % a 40 % do total das culturas mais consumidas. O estudo relata que a cada 1ºC a mais, perde-se entre 2,5% a 16% na produção agrícola. Rosamond Naylor, diretor de Programa Alimentar e Ambiente da Universidade de Stanford, EUA, alerta que é urgente um replanejamento no sistema agrícola em todo o mundo e analisar a saída da mão-de-obra agrícola para o trabalho na cidade, no decorrer do século XXI.
O estudo foi feito a partir de computadores que simulam o futuro meteorológico tendo como referência o histórico actual e passado do aumento das temperaturas no planeta. Os recordes de calor registados na Europa Ocidental em 2003, nos quais morreram mais de 50 mil pessoas, será cada vez mais habitual.
A Reserva Natural das Ilhas Desertas é uma reserva natural portuguesa localizada nas Ilhas Desertas, na Região Autónoma da Madeira.
As Ilhas Desertas são área protegida desde 1990, sendo inicialmente classificadas com o estatuto de Área de Protecção Especial. Em 1995 receberam o estatuto de Reserva Natural, estando toda a área terrestre e a parte marinha a sul classificadas como Reserva Integral, e a parte marinha a norte como Reserva Parcial. É proibida a caça submarina em toda a sua área, e a navegação na parte sul.
Estas ilhas são um importante refúgio para o lobo-marinho, espécie que actualmente conta com pouco mais de 25 indivíduos, em oposição aos 6 a 8 que existiam em 1988, antes da criação da reserva.
Na avifauna destacam-se várias colónias de aves marinhas como a cagarra, a alma-negra, o roque-de-castro e a raríssima freira-do-bugio.
Nos invertebrados, a tarântula-das-desertas tem um papel especialmente relevante, por ser uma espécie endémica restrita ao Vale da Castanheira, na Deserta Grande.
De entre as 201 espécies de plantas vasculares catalogadas para estas ilhas, 34 são endémicas do Arquipélago da Madeira, sendo que uma, Sinapidendron sempervivifolium, é exclusiva desta reserva, encontrando-se apenas na Deserta Grande e no Bugio.
fonte: wikipédia
Um dos grandes problemas da sociedade moderna são os resíduos, nomeadamente a sua gestão. Questões como, qual o destino final dos resíduos e como os podemos reduzir, reutilizar ou reciclar, estão de alguma forma, presentes no nosso quotidiano. Cada um de nós produz cerca de 1.5 kg de resíduos por dia, ou seja, uma quantidade muito grande se formos a pensar na população mundial.
Mas para saber quando é que os resíduos começaram a ser realmente um problema, é preciso recuar bastante no tempo e perceber como se vivia há muito tempo atrás.
Em meados do séc. VIII a.C. o Homem era nómada, morava em cavernas e limitava-se a caçar animais e a comer frutos das árvores. Embora produzisse resíduos, eram em pequena quantidade e biodegradáveis, não suscitando graves problemas.
Em 2500 a.C na Mesopotâmia, os sumérios enterravam os seus resíduos agrícolas e domésticos. Resíduos estes que depois eram reutilizados como fertilizante nos campos dos cereais.
É pelo ano de 150 a.C. que, em Roma, se começa a enterrar os resíduos em valas. Isto deveu-se ao facto observado de que os insectos e roedores apareciam perto das lixeiras a céu aberto. Na Grécia surge o primeiro depósito de lixo, por volta de 500 a.C.
Na Idade Média, os lixos eram despejados para a rua, juntamente com os excrementos.
Estas práticas estiveram na origem de epidemias como a Peste Negra, a Cólera e a Febre Tifóide.
No séc. XIX começa-se a fazer a reutilização e reciclagem de materiais. Alimenta-se os animais com resíduos orgânicos e utiliza-se o estrume dos mesmos para fertilizante dos solos.
No séc. XIX, em Inglaterra, surge a primeira incineradora. Esta queimava os resíduos e produzia energia eléctrica. Com a revolução industrial e todos os materiais, equipamentos e técnicas que dela surgiram, os resíduos aumentaram, naturalmente, assim como a sua diversidade.
Hoje, o aumento cada vez maior da população, faz com que a quantidade de resíduos também aumente de forma exponencial. Este é um dos graves problemas da sociedade. Existem várias formas de resíduos: sólidos urbanos, hospitalares, perigosos e várias formas de deposição final : aterro, incineradoras, centrais de compostagem, entre outras. A gestão destes é uma temática complexa e com decisiva importância na actualidade.
in: Portal Ambiente & Saúde
- Uma lata de bebida reciclada, economiza energia suficiente para manter uma televisão ligada durante 3 horas.
- São necessárias 5 toneladas de bauxite e o consumo de 17.600 kw/h de energia, para obter apenas 1 tonelada de alumínio.
- A reciclagem do alumínio é obtida por refusão onde a materia prima é derretida em fornos giratórios que atingem os 700º Centigrados.
- Os resíduos de embalagens de alumínio, demoram cerca de um século até se degradarem por completo.
Cinco programas turísticos diferentes vão permitir,até 31 de Outubro, fazer a observação dos veados que existem na Serra da Lousã.
O desafio é dirigido a famílias, jovens que queiram acampar, alunos de escolas dos diversos níveis de ensino ou mesmo idosos que não se queiram meter em grandes aventuras. Para cada um deles há programas específicos, incluindo mesmo alojamento nos bungalows e nos veleiros instalados na Praia das Ondas.
Há cerca de uma década, mais precisamente entre os anos de 1995 e 1999, a serra foi povoada com veados, tendo sido introduzidos cerca de uma centena de pequenos animais.
Beneficiando das condições naturais favoráveis, os cervídeos reproduziram-se até ao número calculado de 600, existentes actualmente em estado completamente selvagem. Devido à quantidade e ao facto de terem adoptado locais específicos da serra para viverem, não é difícil encontrar ao longo das expedições agendadas duas espécies diferentes: o gamo e o corço. É nos meses de Setembro e Outubro que decorre a época do chamado brama ou cio, em que os animais se manifestam com maior exuberância e ruído, emitindo sons próprios.
Turismo de natureza
para todas as idades
É neste contexto que a empresa municipal de turismo Prazilândia e o Município de Castanheira de Pera promovem esta “Descoberta ao Natural”, como foi designada a iniciativa. Com um custo de três euros por pessoa, com excepção das escolas que não pagam, as expedições à serra decorrem todos os fins-de-semana até final de Outubro a partir das 9H30. É aconselhada a utilização de agasalho e calçado confortável, alimentação e água, binóculos e máquina fotográfica. O programa destinado às escolas decorre às quartas-feiras e aos seniores às quintas-feiras.
O alojamento é feito em quarto single ou duplo com preços, respectivamente, de 24 e 28 euros. O espaço para acampar é gratuito.
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